quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Metáfora (Gilberto Gil)

Metáfora (Gilberto Gil)

Uma lata existe para conter algo
Mas quando o poeta diz: "Lata"
Pode estar querendo dizer o incontível

Uma meta existe para ser um alvo 

Mas quando o poeta diz: "Meta"
Pode estar querendo dizer o inatingível

Por isso, não se meta a exigir do poeta 

Que determine o conteúdo em sua lata
Na lata do poeta tudonada cabe
Pois ao poeta cabe fazer
Com que na lata venha caber
O incabível

Deixe a meta do poeta, não discuta 

Deixe a sua meta fora da disputa
Meta dentro e fora, lata absoluta
Deixe-a simplesmente metáfora 

 
http://www.gentequeeduca.org.br/planos-de-aula/poemas-escutar-ler-compreender-interpretar-e-declamar


Amor é um fogo que arde sem se ver

Amor é um fogo que arde sem se ver 

Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente,
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer; 

É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade; 

É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor 

Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor? 


Luís Vaz de Camões

http://www.gentequeeduca.org.br/planos-de-aula/poemas-escutar-ler-compreender-interpretar-e-declamar


Os poemas - Mário Quintana

Os poemas
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhoso espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti... 


(Fonte: QUINTANA, Mário. Esconderijos do tempo. Porto Alegre: L&PM,1980.)

http://www.gentequeeduca.org.br/planos-de-aula/poemas-escutar-ler-compreender-interpretar-e-declamar

Qual a diferença entre poema, poesia e soneto?

Qual a diferença entre poema, poesia e soneto?

Editado por Bruna Nicolielo (novaescola@fvc.org.br). Com reportagem de Gabriela Portilho

                 No sentido etimológico, poesia vem do grego poiesis, que pode ser traduzido como a atividade de produção artística ou a de criar ou fazer. Com base nisso, a poesia pode não estar só no poema, mas também em paisagens e objetos. Trata-se, enfim, de uma definição mais ampla, que abarca outras formas de expressão, além da escrita.
               
               Já o poema também é uma obra de poesia, mas que usa palavras como matéria-prima. Na prática, porém, convencionou-se dizer que tanto o poema quanto a poesia são textos feitos em versos, que são as linhas que constituem uma obra desse gênero.
  
              Por fim, o soneto é um poema de forma fixa. Tem quatro estrofes, sendo que as duas primeiras se constituem de quatro versos, cada uma, os quartetos, e as duas últimas de três versos, cada uma, os tercetos. Todos eles têm dez sílabas poéticas, classificando-se como decassílabos. Os sonetos costumam ter uma estrutura semelhante. O texto começa com uma introdução, que apresenta o tema, seguida de um desenvolvimento das ideias e termina com uma conclusão, que aparece no último terceto. Essa é, em geral, a estrofe decodificadora de seu significado.

http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/qual-diferenca-poema-poesia-soneto-670485.shtml


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Poema - Sem título

Meus amigos
quando me dão a mão
sempre deixam
outra coisa

presença
olhar
lembrançacalor

meus amigos
quando me dão
deixam na minha
a sua mão

Poema - Amar

Amar
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
                                                      Carlos Drummond de Andrade

Poema - Procura da Poesia

Procura da Poesia

Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
Não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica.
Tua gota de bile, tua careta de gozo ou de dor no escuro
são indiferentes.
Nem me reveles teus sentimentos,
que se prevalecem do equívoco e tentam a longa viagem.
O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.
Não cantes tua cidade, deixa-a em paz.
O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo das casas.
Não é música ouvida de passagem: rumor do mar nas ruas junto à linha de espuma.
O canto não é a natureza
nem os homens em sociedade.
Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada significam.
A poesia (não tires poesia das coisas)
elide sujeito e objeto.
Não dramatizes, não invoques,
não indagues. Não percas tempo em mentir.
Não te aborreças.
Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,
vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família
desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.
Não recomponhas
tua sepultada e merencória infância.
Não osciles entre o espelho e a
memória em dissipação.
Que se dissipou, não era poesia.
Que se partiu, cristal não era.
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consuma
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?
Repara: ermas de melodia e conceito,
elas se refugiaram na noite, as palavras.
Ainda úmidas e impregnadas de sono,
rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.

Carlos Drummond de Andrade

Poema - Autopsicografia

Autopsicografia

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

Fernando Pessoa

Poema - Motivo

Motivo

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.

Cecília Meireles





CONTOS DE FADAS

Acesse o link a seguir e conheça alguns contos de fadas.

Clássicos - Irmãos Grimm

Contos de Hans Christian Andersen

Contos de Perrault



quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Orações Coordenadas - Novos exercícios para fazer no caderno



A Raposa e as uvas

 Uma raposa estava com muita fome. Foi quando viu uma parreira cheia de lindos cachos de uva. Imediatamente começou a dar pulos para ver se pegava as uvas. Mas a latada era muito alta e, por mais que pulasse, a raposa não as alcançava.
- Estão verdes – disse, com ar de desprezo.
E já ia seguindo o seu caminho, quando ouviu um pequeno ruído.
Pensando que era uma uva caindo, deu um pulo para abocanhá-la. Era apenas uma folha e a raposa foi-se embora, olhando disfarçadamente para os lados. Precisava ter certeza de que ninguém percebera que queria as uvas.
Também é assim com as pessoas: quando não podem ter o que desejam, fingem que não o desejam.
(12 fábulas de Esopo. 0. Por Fernanda Lopes de Almeida. São Paulo. Ática, 1994)

Latada: grade de varas ou canos para sustentar plantas.


1. Na fábula, a raposa, com fome, vê “lindos cachos de uva”. Se os cachos eram lindos, por que, então, a raposa diz que estavam verdes?

2. A raposa, não alcança as uvas, vai embora. Que fato posterior a esse comprova que a raposa mentia ao dizer que as uvas estavam verdes?

3. Identifique no texto o parágrafo que contém a moral da fábula de Esopo.


4. Qual das frases abaixo traduz a idéia principal da fábula de Esopo?
a) Quem não tem, despreza o que deseja.
b) A mentira tem pernas curtas.
c) Quem não tem o que deseja, sente inveja dos outros.



5. Assinale a alternativa correta: 
a) Os pais incentivaram os filhos; esses, contudo não conseguiram enfrentar o problema. A idéia apresenta expressa:
( ) explicação ( ) conclusão ( ) oposição ( ) proporção

b) A oração coordenada sindética explicativa é:
( ) Ele trabalha muito, mas produz pouco.
( ) Apronte-se logo, que estamos em cima da hora.
( ) Aqueles dois ora entra, ora sai. Não tem sossego.
( ) A torcida incentivou, mas eles não ganharam o jogo.

6. Retire do texto um período simples e um período composto: 


7. Assinale a alternativa em que o conetivo “e” é uma conjunção aditiva.

a)Ligou a TV para combater a insônia e dormiu.
b)Ele saiu com destino ao cinema e, encontrando Laura, foi passear no shopping.
c)Apanhou muito e não chorou.
d)Estudou inglês por mais de cinco anos e desconhece a palavra dumping.
e)O telefone tocou e, do outro lado da linha, só havia silêncio.

8. As orações coordenadas podem ser sindéticas ou assindéticas. Agora leia as orações: 
I. Não assisto TV, pois prefiro uma boa leitura.
II. Adoro você e sempre vou adorar, porém não me engane.
III. Fique comigo ou com o mundo.
De acordo com as orações acima, marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso nas afirmativas que seguem. Você é capaz!
( ) No período I há duas orações coordenadas sindéticas.
( ) Os três períodos possuem, cada, somente uma oração coordenada assindética.
( ) No período II há uma oração coordenada sindética aditiva e outra adversativa.



9) Leia o texto e analise as orações sublinhadas: 

         sujeito estava chegando na rodoviária/ e viu o ônibuspartindo naquele instante.Não teve dúvidas,/ ajeitou as malas nas costase saiu em desabalada carreira atrás do ônibus./Correu mais de cinqüenta quilômetros até que conseguiu alcançar o ônibus. Estava totalmente esfrangalhando, o sujeito.Sentou numa poltronae comentou com o companheiro do lado:
            - Se eu perdesse este ônibus pra Bahia, só ia ter outro a semana que vem.
            Ao que o outro observou:
            -Só que este aqui está indo pra Porto Alegre. Tchê.

                                     As melhores piadas e anedotas da praça, n °1.São Paulo,Green Editora.







terça-feira, 28 de outubro de 2014

EXERCÍCIOS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS - PARA FAZER NO CADERNO

1- Transforme o período simples em período composto conforme o modelo:

Espero seu telefonema.
Espero que você me telefone.
Desejo a sua vinda.
Necessitamos de ajuda.
Minha esperança é a tua felicidade.
Tínhamos necessidade de ajuda.
Desejo uma coisa: a tua felicidade.
Seu casamento é urgente.
A tua vida é necessária.
Espero a tua resposta.
Era esperada a sua chegada.
Ele aguardava a tua chegada.


2) A presença constante de orações desenvolvidas e da palavra que pode tornar o texto pobre quanto ao estilo. Para evitar isso, empregam-se orações reduzidas no lugar das desenvolvidas. Transforme em orações reduzidas as orações desenvolvidas. Faça as adaptações necessárias:

a)É necessário que todos participem do encontro nacional e que todos cheguem a um acordo sobre o futuro da empresa.

b)Convém que peçamos ajuda aos colegas, pois, do contrário, todos perderão a confiança de que haja condições de sair da crise.
c)É bom que vocês estudem com regularidade e que não deixem a matéria se avolumar; assim, há maior possibilidade de que vocês se saiam melhor neste ano.

3) Outra forma de evitar orações subordinadas é empregar substantivos no lugar de orações substantivas. Levando isso em conta, reescreva as frases seguintes, transformando em substantivos as orações subordinadas substantivas:
a)Duvido de que você vença neste jogo.

b)Oponho-me a que você se candidate à eleição do Grêmio Estudantil.

c)No preenchimento desse documento, basta que seu pai assine.

d) Os jornais publicaram com estardalhaço que o piloto francês desistiu da competição automobilística.

e)É obrigatório que os alunos sejam pontuais.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

MISTÉRIOS

Nossa aula de hoje é sobre Os Mistérios do Universo. Acesse os links a seguir e leia um pouco.

50 Mistérios Inexplicáveis

Os 7 maiores mistérios do universo: "Deus existe?"

5 lugares tão misteriosos quanto o Triângulo das Bermudas

5 mistérios intrigantes que jamais foram solucionados

Após ler essas postagens, escolha um "Mistério" para  pesquisar um pouco mais sobre o assunto e preparar algum material para mostrar para os colegas.
Para fazer tudo isso você terá duas aulas, hoje, 22/10 e a da próxima semana, 29/10.
No dia 05/11 contaremos aos colegas em qual "Mistério" trabalhamos.

Bom Trabalho.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

VÍDEO AULA - SUBORDINADA SUBSTANTIVA

Vídeo aula - Oração Subordinada Substantiva

Orações subordinadas substantivas

Orações subordinadas substantivas são orações que exercem as funções de sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, predicado nominal e aposto, tendo a mesma função que um substantivo na estrutura frásica. Começam, maioritariamente, com as conjunções integrantes que e se.
As orações subordinadas podem ser desenvolvidas ou reduzidas. Aqui serão apresentadas as orações subordinadas substantivas desenvolvidas, que são introduzidas por pronomes, conjunções ou locuções conjuntivas e que apresentam o verbo no modo indicativo ou subjuntivo.

Tipos de orações subordinadas substantivas

Oração subordinada substantiva subjetiva: exerce a função de sujeito do verbo da oração principal.
Exemplos:
  • É necessário que você se apresente ao serviço amanhã.
  • Foi anunciado que Pedro é o vencedor do concurso.
Oração subordinada substantiva objetiva direta: exerce a função de objeto direto do verbo da oração principal.
Exemplos:
  • Quero que você seja meu marido.
  • Os funcionários não sabiam que era dia de despedimentos.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta: exerce a função de objeto indireto do verbo da oração principal, sendo sempre iniciada por uma preposição.
Exemplos:
  • O diretor da empresa necessita de que todos os colaboradores estejam presentes na reunião.
  • A professora insistiu muito em que os alunos tivessem aulas de recuperação.
Oração subordinada substantiva completiva nominal: exerce a função de complemento nominal, completando o sentido de um nome pertencente à oração principal. É sempre iniciada por uma preposição.
Exemplos:
  • Todos temos esperança de que a humanidade pare de destruir o planeta.
  • Sinto necessidade de que você me deixe descansar um pouco.
Oração subordinada substantiva predicativa: exerce a função de predicativo do sujeito do verbo da oração principal. Aparece sempre depois do verbo ser.
Exemplos:
  • O bom é que ela sempre foi bem comportada.
  • A dúvida era se seriam necessários mais ajudantes.
Oração subordinada substantiva apositiva: exerce a função de aposto de qualquer termo da oração principal.
Exemplos:
  • Helena apenas desejava uma coisa: que fosse muito feliz com sua família.
  • Pedi um favor a meus amigos: que esperassem por mim.
http://www.normaculta.com.br/oracoes-subordinadas-substantivas/

RELAÇÕES HUMANAS E ÉTICAS

RELAÇÕES HUMANAS E ÉTICAS

Artigo por Colunista Portal - Finanças E Areas Afins - quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
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A ética deve fundamentar um movimento de luta pelos ideais da humanidade
A ética deve fundamentar um movimento de luta pelos ideais da humanidade
As relações humanas são pontuadas pela ética ou pelo modo de viver de cada um, pois vivemos em uma sociedade que está em constante mudança, e junto com essas mudanças estamos enxergando o que não queremos, a crescente violência tanto física como moral, que continua sendo gerada pela desvalorização à vida, presença marcante no mundo atual.

Ainda sendo uma sociedade globalizada, contemporânea e em constante evolução tecnológica, pautada na satisfação imediata, agilidade, nas novidades científicas e tecnológicas, ainda nos deparamos com a incapacidade humana de administrar, refletir e estabelecer diretrizes para proteção e respeito da própria raça, esquecendo que a ética deve ser vista com uma espécie de alicerce na construção da sociedade. 

Mesmo com essas pontuações sabemos que ainda estamos em uma sociedade organizada, mesmo que aconteçam algumas rupturas ou crises, ainda permanecemos numa sociedade estruturada, pois quando o sentimento ético se rompe, a sociedade começa a entrar numa crise autodestrutiva, por isso o ser humano, pensante, afetivo e emocional precisa de tempo para se adequar aos novos avanços tecnológicos, a gama de novas informações, adaptar-se às novidades constantemente, aprendendo a ser uma pessoa mais digna, a ser respeitado e a respeitar, ser solidário e ter responsabilidade, viver em uma sociedade justa, sem violência.

Devemos aprender a dialogar entre os pares, interagirmos para juntos lutarmos por nossos valores e atitudes, onde a ética deve fundamentar um movimento de luta pelos ideais da humanidade, onde esses valores e atitudes necessitam ser apresentados e desenvolvidos no ambiente escolar pelos estudantes e, portanto, podem e devem ser ensinados na escola.

Nesse sentido são essenciais dois fatores, para os alunos assumirem os princípios éticos nas suas relações humanas, tanto dentro do espaço escolar como fora, esses fatores são parte do programa ética e cidadania do Ministério da Educação (ARAÚJO et al., 2007, p. 4):

• O primeiro fator é que esses princípios se expressem em situações reais, nas quais os estudantes possam ter experiências e conviver com a sua prática;
• O segundo fator é que se propicie um desenvolvimento da sua capacidade de autonomia moral, isto é, da capacidade de analisar e eleger valores para si, consciente e livremente.

Não devemos esquecer que outro ponto importante nesse processo é a constante participação dos sujeitos no processo da aprendizagem, estudantes e docentes, que devem interpretar e conferir o sentido dos conteúdos com que convivem na escola, e isso acontecerá a partir do momento que eles em conjunto entenderem que seus valores previamente construídos, seus sentimentos e emoções devem ser respeitados.

ARAÚJO, U.F. et al. Programa Ética e Cidadania: construindo valores na escola e na sociedade: relações étnico-raciais e de gênero / organização FAFE – Fundação de Apoio à Faculdade de Educação (USP–Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Etica/1_rel_etica.pdf>. Acesso em: 20 de set. 2013.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 
http://www.xn--portaleducao-dcb9c.com.br/iniciacao-profissional/artigos/54220/relacoes-humanas-e-eticas#ixzz3FYpr0nO8


http://www.xn--portaleducao-dcb9c.com.br/iniciacao-profissional/artigos/54220/relacoes-humanas-e-eticas

ÉTICA CRISTÃ

O que é Ética Cristã:

Ética cristã são os princípios estabelecidos e considerados pela Igreja Católica, com o objetivo de tornar os ensinamentos da Igreja como padrões para agir na sociedade, nos relacionamentos interpessoais e na vida.
Um dos maiores instrumentos para representar a ética cristã é a Bíblia, é através dela que os fiéis podem se guiar para saber como agir com a ética estabelecida pela Igreja Católica. Uma vez que a ética é o estudo das questões relativas às idéias e normas de conduta na sociedade, a ética cristã é a regulamentação dessas normas sob o prima cristão.
A ética cristã é quando o indivíduo procura viver sua vida sob os ensinamentos de Jesus, seguindo os mandamentos, vivendo de acordo com o que a sua religião prega com normas de conduta correta, uma vez que consideram que elas foram estabelecidas por Deus, para serem seguidas.
significado de Ética Cristã está na categoria: Geral
http://www.significados.com.br/etica-crista/

ÉTICA E MORAL

O que é Ética e Moral:

No contexto filosófico, ética e moral possuem diferentes significados. A ética está associada ao estudo fundamentado dos valores morais que orientam o comportamento humano em sociedade, enquanto a moral são os costumes, regras, tabus e convenções estabelecidas por cada sociedade.
Os termos possuem origem etimológica distinta. A palavra “ética” vem do Grego “ethos” que significa “modo de ser” ou “caráter”. Já a palavra “moral” tem origem no termo latino “morales” que significa “relativo aos costumes”.
Ética é um conjunto de conhecimentos extraídos da investigação do comportamento humano ao tentar explicar as regras morais de forma racional, fundamentada, científica e teórica. É uma reflexão sobre a moral.
Moral é o conjunto de regras aplicadas no cotidiano e usadas continuamente por cada cidadão. Essas regras orientam cada indivíduo, norteando as suas ações e os seus julgamentos sobre o que é moral ou imoral, certo ou errado, bom ou mau.
No sentido prático, a finalidade da ética e da moral é muito semelhante. São ambas responsáveis por construir as bases que vão guiar a conduta do homem, determinando o seu caráter, altruísmo e virtudes, e por ensinar a melhor forma de agir e de se comportar em sociedade.
http://www.significados.com.br/etica-e-moral/