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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Modo Indicativo

Tempos verbais do Indicativo


Presente:
Indica fato que ocorre no dia a dia, corriqueiramente. Caracteriza-se este tempo pela frase Todos os dias...

- Todos os dias, caminho no Zerão.
- Estudo no Maxi.
- Confio em meus amigos.  



Pretérito:

Indica fatos que já ocorreram.

Pretérito perfeito:
Indica fato que ocorreu no passado em determinado momento, observado depois de concluído.

- Ontem caminhei no Zerão.
- Estudei no Maxi no ano passado.
- Confiei em pseudoamigos.

Pretérito imperfeito:
Indica fato que ocorria com frequência no passado, ou fato que não havia chegado ao final no momento em que estava sendo observado.

- Naquela época, todos os dias, eu caminhava no Zerão.
- Eu estudava no Maxi, quando conheci Magali.
- Eu confiava naqueles amigos.

Pretérito mais-que-perfeito:
Indica fato ocorrido antes de outro no Pretérito Perfeito do Indicativo.

- Ontem, quando você foi ao Zerão, eu já caminhara 6 Km.
- Eu já estudara no Maxi, quando conheci Magali.
- Eu confiara naquele amigo que mentiu a mim.


Futuro:
Indica fatos que ocorrem depois do momento da fala.

Futuro do presente:
Indica fato que certamente ocorrerá.

- Amanhã caminharei no Zerão pela manhã.
- Estudarei no Maxi, no próximo ano.
- Eu confiarei mais uma vez naquele amigo que mentiu a mim.

Futuro do pretérito:
Indica fato futuro, dependente de outro anterior a ele.

- Eu caminharia todos os dias, se não trabalhasse tanto.
Estudaria no Maxi, se morasse em Londrina.
- Eu confiaria mais uma vez naquele amigo, se ele me prometesse não mais me trair.
 http://www.gramaticaonline.com.br/page.aspx?id=9&iddetalhe=315&idsubcat=60&idcateg=3

Definição de Verbo

Verbo é a palavra que indica ação (praticada ou sofrida pelo sujeito), fato (de que o sujeito participa ativamente), estado ou qualidade do sujeito e fenômeno da natureza. Por exemplo

- Os empresários reuniram-se com o Governador. (Ação praticada pelo sujeito)
- Os negócios foram cancelados pelas empresas. (Ação sofrida pelo sujeito)
- Os servidores públicos precisam de reajustes em seus proventos. (Fato)
- As negociações estão avançadas. (Estado)
- Os aposentados estão indignados com a proposta do Governo. (Qualidade)
- Chove muito nesta região. (Fenômeno da natureza)


Conjugação verbal:
Há três conjugações para os verbos da língua portuguesa: 1ª conjugação: verbos terminados em -ar2ª conjugação: verbos terminados em -er3ª conjugação: verbos terminados em -ir.
Obs.: O verbo pôr e seus derivados pertencem à 2ª conjugação, por se originarem do antigo verbo poer.


Pessoas verbais:
1ª pes. do sing.: eu 
1ª pes. do pl.: nós 
2ª pes. do sing.: tu
2ª pes. do pl.: vós 
3ª pes. do sing.: ele(a) 
3ª pes. do pl.: eles(as)


Modos verbais:
São três os modos verbais na língua portuguesa: 

Indicativo, que expressa atitudes de certeza;

- Eles eram muito amigos.

Subjuntivo, que expressa atitudes de dúvida, hipótese, desejo; 

Se eles fossem mais amigos...

Imperativo, que expressa atitude de ordem, pedido, conselho. Por exemplo:

- Venha até aqui!

http://www.gramaticaonline.com.br/page.aspx?id=9&iddetalhe=269&idsubcat=60&idcateg=3

CONJUGADOR DE VERBOS

Escreva o verbo  que deseja conjugar (no infinitivo) e clique na palavra "CONJUGAR"

quarta-feira, 17 de junho de 2015

OS VASOS PRECIOSOS

Os vasos preciosos 

     Um príncipe poderoso possuía vinte vasos de porcelana, belíssimos, que eram seu orgulho. Guardava-os numa sala especial, onde ficava durante muitas horas a admirá-los.
     Um dia, sem querer, um criado quebrou um dos vasos.
     O príncipe, enfurecido e inconsolável com a perda do precioso objeto, condenou à morte o desastrado.
    Nessa ocasião, apresentou-se no palácio um velho sábio que se propôs a consertar o vaso de maneira a ficar perfeitamente igual aos outros, mas, para isso, precisava ver todos juntos.
    A sua proposta foi aceita. Sobre uma mesa coberta com riquíssima toalha, estavam os dezenove vasos enfileirados. Aproximando-se o sábio, como se tivesse enlouquecido, puxou com violência a toalha e os vasos tombaram ao chão, em pedaços.
    O príncipe ficou mudo de cólera, mas antes que ele falasse, o sábio, tranquilamente, explicou:
    - Senhor, estes dezenove vasos poderiam custar a vida a dezenove infelizes; assim, dou por estes a minha,  porque, velho como sou, para nada sirvo.
    Refletindo, o príncipe compreendeu que todos os vasos do mundo, por mais belos e preciosos, não valiam a vida de um ser humano.
    Perdoou o sábio e também ao servo desastrado.
                                                                                                             ( Malba Tahan)

GENTE É BICHO E BICHO É GENTE

   GENTE É BICHO E BICHO É GENTE

      Querido Diário, não tenho mais dúvida de que este mundo está virado ao avesso! Fui ontem à cidade com minha mãe e você não faz ideia do que eu vi. Uma coisa horrível,horripilante, escabrosa,assustadora, triste, estranha, diferente, desumana... E eu fiquei chateada. 
      Eu vi um homem, um ser humano, igual a nós, remexendo na lata de lixo. E sabe o que ele estava procurando? Ele buscava, no lixo, restos de alimento. Ele procurava comida! 
      Querido Diário, como pode isso? Alguém revirando uma lata cheia de coisas imundas e retirar dela algo para comer? Pois foi assim mesmo, do jeitinho que estou contando. Ele colocou num saco de plástico enorme um montão de comida que um restaurante havia jogado fora. Aarghh!!! Devia estar horrível! 
     Mas o homem parecia bastante satisfeito por ter encontrado aqueles restos. Na mesma hora, querido Diário, olhei assustadíssima para a mamãe. Ela compreendeu o meu assombro. Virei para ela e perguntei:       
      _“Mãe, aquele homem vai comer aquilo?” Mamãe fez um “sim” com a cabeça e, em seguida, continuou:       
       _“Viu, entende por que eu fico brava quando você reclama da comida?”. 
              É verdade! Muitas vezes, eu me recuso a comer chuchu, quiabo, abobrinha e moranga. E larguei no prato, duas vezes, um montão de repolho, que eu odeio! Puxa vida! Eu me senti muito envergonhada! 
     Vendo aquela cena, ainda me lembrei do Pó, nosso cachorro. Nem ele come uma comida igual àquela que o homem buscou do lixo. Engraçado, querido Diário, o nosso cão vive bem melhor do que aquele homem. Tem alguma coisa errada nessa história, você não acha? 
     Como pode um ser humano comer comida do lixo e o meu cachorro comer comida limpinha?    Como pode, querido Diário, bicho tratado como gente e gente vivendo como bicho? Naquela noite eu orei, pedindo que Deus conserte logo este mundo. Ele nunca falha. E jamais deixa de atender os meus pedidos. Só assim, eu consegui adormecer um pouquinho mais feliz. 

(OLIVEIRA, Pedro Antônio. Gente é bicho e bicho é gente. Diário da Tarde. Belo Horizonte, 16 out. 1999).

O CARACOL INVEJOSO

   O Caracol  Invejoso

       O caracolzinho sentia-se muito infeliz. Via que quase todos os animais eram mais ágeis do que ele. Uns brincavam, outros saltavam. E ele aborrecia-se debaixo do peso de sua carapaça! 
       - Vê-se que meu destino é ir devagarinho, sofrendo todos os males! dizia ele, bastante frustrado.
       Seus amigos e familiares tentavam consolá-lo, mas nada conseguiam.
       - Caracolino, pense que, se a Natureza lhe deu essa carapaça, para alguma coisa foi, disse-lhe a tartaruga, que se encontrava em situação semelhante à dele.
       - Sim, claro, para alguma coisa será! Pode explicar-me a razão? Perguntava Caracolino, ainda mais chateado  por receber tantos conselhos.
       Caracolino tornou-se tão insuportável por suas reclamações, que todos o abandonaram. E ele continuava com  sua carapaça às costas, cada vez mais pesada para o seu gosto.
        Um dia,  desabou uma tempestade. Choveu  durante  muitos  dias. Parecia  um  dilúvio!  As águas subiram, inundando tudo. Muitos dos animaizinhos que ele invejara, encontravam-se agora em grandes dificuldades.      
        Caracolino, porém, encontrou um refúgio seguro. Dentro de sua carapaça estava totalmente protegido!
        Desde então, compreendeu a utilidade de sua lenta e pesada carapaça. Deixou de protestar, tornando-se um animalzinho simpático e querido por todos.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

HISTÓRIAS PARA OUVIR

Histórias para ouvir

CARTA ENIGMÁTICA

Carta Enigmática

O REFORMADOR DO MUNDO - INTERPRETAÇÃO

O Reformador do Mundo

Diálogos

Pontuação de Diálogos

Consertando o texto - Diálogos

ORTOGRAFIA

Complete escrevendo as palavras corretamente

UM JOGO QUE É UMA VERGONHA - CRÔNICA - INTERPRETAÇÃO

Um jogo que é uma vergonha - Interpretação

quarta-feira, 6 de maio de 2015

A BOLA

Acesse o link a seguir.
Leia o texto.
Responda as questões veja quantas você acertou.

A BOLA - Interpretação

 A BOLA - Organizando o texto



quinta-feira, 12 de março de 2015

QUADRINHOS - MENINO MALUQUINHO - para fazer no CADERNO


Menino Maluquinho - Interpretação de texto

Menino Maluquinho - Interpretação de texto
Menino Maluquinho - Interpretação de texto


1) Quem são os personagens da historinha?

2) Porque nessa historinha aparecem vários pontos de exclamação?

3) No terceiro quadrinho, o que a Carol fez ao descobrir o saco plástico?

4) Porque a Carol chegou a conclusão que fosse poluição?

5) Observe a seguinte frase: O saco plástico foi jogado por banhistas.

O diminutivo da palavra destacada é:
a)(     )sacolão                     b)(     ) saquinho                 c)(     ) sacola


6) “Carol é uma menina muito medrosa”, o adjetivo desta frase é:

a)(     ) Medrosa                       b)(     ) menina                   c)(     ) muito                     


7) Observe a seguinte frase: Carol correu para um lugar distante.

O sinônimo da palavra destacada é:
a)(     ) perto                        b)(     ) longe


8) Reescreva apenas os adjetivos das frases nas linhas abaixo.

a) Uma água-viva é linda.                 
______________________             

b) A Carol é muito medrosa.
______________________

C) Corajoso é o Menino Maluquinho.
______________________



Créditos: http://artedelecionar.blogspot.com - http://educarx.blogspot.com.br/2013/09/menino-maluquinho-interpretacao-de-texto.html

QUADRINHOS - MENINO MALUQUINHO I - para fazer no CADERNO





QUESTÃO 1
O humor do texto acontece porquê:
a) Maluquinho descobriu um novo remédio.
b) a doença do mau hálito é muito incômoda.
c) o remédio é a rolha do vidro e não o seu conteúdo.
d) o remédio pode ser vendido para milhões de pessoas.
QUESTÃO 2
Os três sinais de exclamação que aparecem no primeiro quadrinho foram usados para ressaltar:
a) a descoberta de algo sem importância
b) a euforia do personagem com a descoberta.
c) seu desejo de vender o remédio para o amigo.
d) seu entusiasmo ao explicar como se tomava o remédio.
QUESTÃO 3
A expressão do rosto do amigo de Maluquinho no último quadrinho revela:
a) surpresa.                   b) desânimo.                    c) raiva.                    d) decepção.


http://profreginabb.blogspot.com.br/2013/08/interpretacao-historia-em-quadrinhos.html


QUADRINHOS - O VENDEDOR - para fazer no CADERNO

Interpretação de história em quadrinhos O Vendedor

(LAERTE. Classificados. São Paulo: Devir, 2001. p.6)


1. Nos dois primeiros quadros da tira, percebe-se que o menino
(A) aceita logo a oferta do homem.
(B) discute o preço das balas com o homem.
(C) negocia o preço da sua mercadoria.
(D) oferece a sua mercadoria aos gritos.

2. O recurso utilizado na tira para apresentar a fala dos personagens é
(A) o gesto.
(B) a cor.
(C) o tipo de letra.
(D) o balão.

3. A fala do menino, no último quadro da tira, sugere
(A) aborrecimento.
(B) bondade.
(C) preconceito.
(D) inveja.

4. No segundo quadro da tira, a fala do menino marcada com um duplo ponto de exclamação, reforça
(A) a irritação com o trabalho.
(B) o desinteresse pela venda.
(C) o apelo para vender.
(D) a pressa em vender.

5. Em “Não trabalho com pedestre”, o termo destacado refere-se a pessoas que
(A) andam de ônibus.
(B) caminham a pé.
(C) passeiam de bicicleta.
(D) viajam de carro.

http://educarx.blogspot.com.br/2013/09/interpretacao-de-historia-em-quadrinhos.html


terça-feira, 10 de março de 2015

Hino Nacional Brasileiro

                 O Hino Nacional Brasileiro tem letra de Joaquim Osório Duque Estrada 1870 1927) e música de Francisco Manuel da Silva (1795 - 1865). Foi adquirida por 5:000$ cinco contos de réis a propriedade plena e definitiva da letra do hino pelo decreto n.º 4.559 de 21 de agosto de 1922 [1] pelo então presidente Epitácio Pessoa e oficializado pela lei n.º 5.700, de 1 de setembro de 1971, publicada no Diário Oficial (suplemento) de 2 de setembro de 1971.

                  Hino executado em continência à Bandeira Nacional e ao presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, assim como em outros casos determinados pelos regulamentos de continência ou cortesia internacional. Sua execução é permitida ainda na abertura de sessões cívicas, nas cerimônias religiosas de caráter patriótico e antes de eventos esportivos internacionais.

                A partir de 22 de setembro de 2009, o hino nacional brasileiro tornou-se obrigatório em escolas públicas e particulares de todo o país. Ao menos uma vez por semana todos os alunos do ensino fundamental devem cantá-lo.


Vocabulário:

Plácidas : tranqüilas, calmas
Brado : grito
Retumbante : que ecoa, vibrante
Fúlgidos : luz intensa
Penhor : garantia
Idolatrada : muito amada , respeitada
Vívido : cheio de vida
Formoso: lindo, belo
Límpido : limpo, claro
Cruzeiro : constelação do Cruzeiro do Sul
Resplandece : brilha
Impávido: destemido
Colosso : gigante
Espelha: reflete
Gentil: Generoso, acolhedor
Esplêndido: maravilhoso , admirável
Fulguras : brilhas
Florão : enfeite, ornamento, joia
Garrida : vistosa, alegre
Risonhos : alegres
Lábaro : bandeira
Ostentas : mostra
Louro : amarelo
Flâmula: bandeira
Clava : pau usado como arma